1. Assista ao vídeo completo
Ricardo Cantos, atual Gerente de Riscos e Compliance do Grupo GTFoods, participou do DPOday 2026 para compartilhar a jornada de conformidade da companhia. Com 15 anos de casa, ele lidera o programa de LGPD e destacou como a parceria com a DPOnet foi crucial para elevar a maturidade digital da empresa, substituindo processos manuais em Excel por uma plataforma automatizada de mapeamento de riscos.
Durante seu depoimento no evento realizado no Cubo Itaú, Ricardo enfatizou que a tecnologia permitiu treinar 50% do público-alvo da GTFoods por meio da universidade corporativa e implementar processos rigorosos de due diligence com parceiros que tratam dados sensíveis. Para o executivo, essa estrutura trouxe a segurança necessária para garantir a integridade dos dados e manter a empresa atualizada conforme as exigências do mercado e da ANPD.
2. A realidade que ainda persiste (mesmo que pouco admitida)
Apesar dos avanços tecnológicos, muitas organizações ainda operam a proteção de dados como se estivessem organizando documentos em caixas sem identificação. À primeira vista, tudo parece sob controle. Porém, quando surge uma auditoria ou um incidente, a falta de estrutura se torna evidente.
Planilhas, controles paralelos e processos descentralizados criam uma falsa sensação de organização. Contudo, na prática, dificultam a localização de informações, aumentam o risco de erros e comprometem a capacidade de resposta.
Essa realidade não está necessariamente relacionada à falta de esforço, mas sim à ausência de um modelo estruturado de gestão.
3. Quando o crescimento aumenta o risco
À medida que as organizações crescem, o volume de dados, processos e pessoas envolvidos também aumenta. Consequentemente, os riscos se tornam mais complexos e difíceis de controlar.
Por um lado, o crescimento representa evolução. Porém, sem maturidade operacional, ele pode se transformar em um fator de vulnerabilidade.
Nesse contexto, chega um momento em que o modelo manual deixa de ser suficiente. Apesar disso, muitas organizações permanecem nesse formato por hábito ou pela percepção de que a mudança é complexa.
O limite das planilhas
As planilhas são úteis em cenários simples, porém apresentam limitações significativas em ambientes mais complexos. Entre os principais problemas, destacam-se:
- Falta de rastreabilidade confiável
- Ausência de controle de versão estruturado
- Dependência de atualização manual
- Alto risco de erro humano
Assim, aquilo que inicialmente parecia uma solução prática passa a representar um risco operacional relevante.
4. O ponto de virada: da operação manual para a inteligência
Existe um momento decisivo na jornada das organizações: a transição do controle manual para uma gestão estruturada. Essa mudança não se limita à adoção de tecnologia. Pelo contrário, exige uma nova forma de pensar a operação.
Enquanto o modelo anterior é reativo, focado em corrigir falhas, o novo modelo é preventivo, orientado à antecipação de riscos.
De controle para gestão
Controlar significa acompanhar o que já aconteceu. Gerir significa antecipar o que pode acontecer e essa diferença é fundamental. Uma gestão eficiente de dados exige:
- Visão centralizada dos processos
- Atualização contínua das informações
- Automação de controles
- Inteligência aplicada aos dados
Somente assim é possível transformar dados em ativos estratégicos.
5. Mapeamento de risco: o início da maturidade
O primeiro passo para a evolução é compreender os riscos existentes. O mapeamento de riscos funciona como um mecanismo de visibilidade. Ele permite identificar vulnerabilidades que, muitas vezes, passam despercebidas no dia a dia.
Ainda que não elimine os problemas imediatamente, esse processo torna possível agir de forma estruturada.
A organização como um sistema integrado
Uma organização pode ser entendida como um sistema interligado, onde cada processo impacta o outro. Cada dado representa uma informação relevante. Cada falha representa um risco potencial.
Por isso, o mapeamento precisa ser contínuo. Entretanto, muitas organizações ainda tratam essa atividade como pontual, o que limita sua efetividade.
6. O risco externo: terceiros e fornecedores
Além dos riscos internos, existe um fator frequentemente subestimado: o relacionamento com terceiros. Fornecedores, parceiros e prestadores de serviço também acessam e tratam dados, ampliando a superfície de risco.
O elo mais vulnerável
A segurança de uma organização é tão forte quanto seu elo mais fraco. Por isso, práticas como due diligence são essenciais:
- Avaliação de fornecedores
- Verificação de controles de segurança
- Monitoramento contínuo
- Definição de padrões mínimos
Apesar disso, essa etapa ainda é negligenciada em muitas operações.
7. O fator humano: o elemento mais crítico
Mesmo com tecnologia avançada, as pessoas continuam sendo um fator determinante. A proteção de dados não depende apenas de sistemas, mas também de comportamento.
Cultura não se impõe, se constrói
Treinamentos isolados não são suficientes para gerar mudança. A conscientização exige:
- Repetição
- Aplicação prática
- Contextualização no dia a dia
Pequenas ações, como revisar um destinatário antes de enviar um e-mail ou evitar compartilhamentos desnecessários, fazem grande diferença. Embora simples, essas atitudes são fundamentais para evitar incidentes.
8. O desafio: sair do improviso
Estruturar a gestão de dados em ambientes complexos não é uma tarefa trivial. A dependência de controles manuais gera:
- Falta de padronização
- Dificuldade de atualização
- Perda de informações
- Ausência de evidências organizadas
Todavia, manter esse modelo significa operar com riscos constantes.
9. A solução: gestão estruturada com tecnologia
Nesse cenário, a DPOnet se posiciona como uma solução estratégica para transformar a gestão de dados. A proposta vai além da tecnologia. Trata-se de estruturar a operação de forma integrada, automatizada e contínua.
O que muda na prática
Com uma abordagem estruturada, a organização passa a:
- Centralizar processos e informações
- Mapear riscos continuamente
- Automatizar controles e evidências
- Monitorar indicadores de maturidade
- Ganhar visibilidade operacional
Além disso, atividades antes manuais tornam-se automatizadas, reduzindo erros e aumentando a eficiência.
10. Quando a maturidade vira vantagem competitiva
Organizações que evoluem na gestão de dados passam a obter benefícios claros. Não apenas em conformidade, mas também em desempenho e reputação.
Impactos reais na operação
- Redução de falhas humanas
- Respostas mais rápidas a incidentes
- Aumento da confiança de clientes e parceiros
- Fortalecimento da governança
Esses resultados não acontecem por acaso, mas são consequência de uma estrutura bem definida.
11. Evolução não é mais opcional
A gestão de dados deixou de ser uma atividade secundária e passou a ocupar um papel central nas organizações. A transição do modelo manual para o digital representa mais do que uma melhoria operacional. Trata-se de uma mudança estratégica.
Embora essa evolução exija investimento e consistência, os ganhos são claros e sustentáveis.
12. Dê o próximo passo
Organizações que ainda dependem de planilhas, controles descentralizados e processos manuais enfrentam riscos cada vez maiores.
Conheça a DPOnet e descubra como transformar a gestão de dados em um processo estruturado, seguro e escalável. Porque, no final, a maturidade está na capacidade real de proteger.
Gestão de Dados e Proteção nas Empresas
Perguntas Frequentes sobre os riscos do modelo manual, mapeamento de riscos e como a tecnologia transforma a proteção de dados em vantagem competitiva
Embora as planilhas sejam úteis em cenários simples, elas apresentam limitações em ambientes mais complexos. A falta de rastreabilidade confiável, controle de versão, dependência de atualizações manuais e o alto risco de erro humano tornam esse modelo frágil. O que parece organizado, na prática, pode dificultar auditorias, comprometer a segurança e aumentar a exposição a riscos.
O ponto de virada acontece quando a empresa cresce e o volume de dados, processos e pessoas aumenta. Nesse momento, o modelo manual deixa de ser suficiente para garantir controle e segurança. A gestão precisa evoluir de um modelo reativo para um modelo preventivo, capaz de antecipar riscos e organizar a operação de forma estruturada.
O mapeamento de riscos é o primeiro passo para a evolução da maturidade em proteção de dados. Ele permite identificar vulnerabilidades que muitas vezes passam despercebidas no dia a dia. Ao tornar os riscos visíveis, a organização consegue agir de forma estruturada, priorizar ações e transformar a gestão de dados em um processo contínuo, e não pontual.
Com uma gestão estruturada e automatizada, as empresas passam a centralizar processos, mapear riscos continuamente, reduzir erros humanos e ganhar visibilidade operacional. Isso resulta em respostas mais rápidas a incidentes, aumento da confiança de clientes e parceiros e fortalecimento da governança. Assim, a proteção de dados deixa de ser apenas obrigação e se torna um diferencial estratégico no mercado.