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Quem é Laysa Rosini e por que sua visão importa
Laysa Rosini atua como Encarregada de Proteção de Dados (DPO) de uma cooperativa de saúde no interior do Paraná. Com experiência prática na implementação da LGPD em um contexto regional, ela conhece de perto os desafios de quem lida com normas complexas longe dos grandes centros.
Durante o DPOday 2026 (evento anual que reúne especialistas, profissionais e líderes da área de privacidade e proteção de dados), Laysa compartilhou uma perspectiva que ressoa com muitos profissionais da área: o isolamento regional é um dos maiores obstáculos para quem trabalha com conformidade fora dos grandes polos de tecnologia.
Ao longo de seu depoimento, um ponto ficou evidente: o maior desafio não era técnico. Era a falta de pessoas com quem conversar.
Quando o problema não é saber, mas ter com quem trocar
Muitos profissionais de privacidade dominam a legislação, conhecem os processos e cumprem suas obrigações com rigor. Todavia, quando atuam de forma isolada, sem uma rede de pares para validar decisões e compartilhar experiências, o risco de erro aumenta e a segurança da operação diminui.
Imagine um técnico de segurança do trabalho em uma unidade remota tentando implementar sozinho um novo protocolo de prevenção de acidentes. Sem ter com quem discutir casos reais, a margem para falhas cresce consideravelmente. Na proteção de dados, o raciocínio é o mesmo.
O isolamento como risco real
Laysa destaca que, por atuar no interior do Paraná, muitas vezes não há profissionais locais disponíveis para troca de informações técnicas. Apesar disso, a conformidade não espera — as obrigações legais continuam existindo independentemente do ecossistema regional.
Esse cenário, mais comum do que parece, revela uma fragilidade estrutural: quando o conhecimento fica concentrado em uma única pessoa sem suporte externo, a operação inteira fica vulnerável.
O formato que faz a diferença: do conteúdo à conexão
Para Laysa, o grande diferencial do DPOday não foi apenas a qualidade das palestras. Foi o formato — pensado para promover conversas reais, trocas genuínas e conexões que continuam depois que o evento termina.
Contudo, nem todo evento entrega isso. A diferença está em reunir pessoas que atuam no mesmo segmento para compartilhar não só o que sabem, mas o que viveram na prática.
O que a troca entre pares proporciona
A troca entre pares oferece atualização prática, permitindo entender como as leis funcionam no “campo de batalha”, além da teoria. Proporciona também redução do isolamento, ao fazer o profissional sentir-se parte de uma comunidade com os mesmos desafios e responsabilidades. Além disso, gera validação de estratégias, confirmando se as medidas adotadas estão alinhadas com o que há de mais moderno, e fortalecimento da cultura, levando novas ideias para dentro de casa e transformando a mentalidade da equipe local.

O evento como um “EPI intelectual”
No universo da segurança do trabalho, o Abril Verde existe para lembrar que prevenir acidentes é uma responsabilidade coletiva — e que nenhum trabalhador deveria enfrentar riscos sem o equipamento e o suporte adequados. Na proteção de dados, a lógica é idêntica.
Laysa usa uma comparação direta: assim como reuniões de CIPA e simulações de resgate envolvem o ser humano no processo de segurança física, eventos como o DPOday funcionam como um reforço intelectual e emocional para quem cuida da segurança digital das organizações.
Porém, caminhar sozinho em um estado ou cidade sem um ecossistema forte de tecnologia é um desafio hercúleo. A troca entre profissionais é o que transforma um executor isolado em líder de uma transformação cultural necessária.
Os ganhos da união entre regionalismo e tecnologia
A democratização do conhecimento é um dos efeitos mais poderosos desse tipo de encontro. Quando as melhores práticas dos grandes centros chegam ao interior do país, toda a cadeia se beneficia: gestores mais seguros, com a tranquilidade de saber que os dados estão sob processos validados por uma comunidade de especialistas; equipes mais preparadas, com profissionais que saem do isolamento e passam a atuar com mais confiança e embasamento; e diferencial competitivo, pois instituições que investem na capacitação e conexão de seus profissionais transmitem muito mais confiança aos seus clientes e parceiros.
A prevenção é um elo humano
A principal lição do depoimento de Laysa é simples e poderosa: a segurança só é completa quando é compartilhada. Proteger dados sensíveis é um ato de cuidado que exige suporte técnico, ferramentas adequadas e, acima de tudo, o apoio de uma rede de profissionais dedicados.
Nenhum DPO deveria enfrentar os desafios digitais sozinho. E com os ambientes certos de troca e aprendizado, nenhum precisará.
O próximo passo é se conectar
Se a sua operação ainda depende de um único profissional sem suporte externo, ou se você mesmo já sentiu o peso do isolamento na sua jornada com a LGPD, o momento de mudar isso é agora.
Conheça a DPOnet e descubra como construir uma cultura de proteção de dados que vai além do individual, de forma contínua, acessível e conectada.
Como a Troca de Experiências Fortalece a Cultura de Privacidade e Segurança de Dados
Perguntas frequentes sobre os desafios do isolamento regional na proteção de dados, os benefícios da troca entre pares e como construir uma cultura coletiva de privacidade
Atuar com proteção de dados no interior do país pode ser uma jornada solitária. Normas complexas, poucos profissionais próximos para trocar ideias e a sensação constante de que é preciso resolver tudo sozinho formam um cenário que vai além do desconforto pessoal — representam um risco operacional concreto.
Quando o conhecimento fica concentrado em uma única pessoa sem suporte externo, toda a operação fica vulnerável. As obrigações legais continuam existindo independentemente do ecossistema regional, e qualquer lacuna de interpretação ou decisão equivocada pode comprometer a conformidade da organização inteira.
A analogia é direta: assim como um técnico de segurança do trabalho em uma unidade remota aumenta sua margem de erro ao implementar sozinho um novo protocolo sem ter com quem discutir casos reais, o DPO isolado enfrenta o mesmo tipo de fragilidade estrutural na proteção de dados.
Muitos profissionais dominam a legislação, conhecem os processos e cumprem suas obrigações com rigor. Todavia, quando atuam sem uma rede de pares para validar decisões e compartilhar experiências, o risco de erro aumenta. A troca entre profissionais que enfrentam os mesmos desafios gera benefícios que vão além da atualização técnica:
- Atualização prática: entender como as leis funcionam no “campo de batalha”, além da teoria
- Redução do isolamento: sentir-se parte de uma comunidade com os mesmos desafios e responsabilidades
- Validação de estratégias: confirmar se as medidas adotadas estão alinhadas com o que há de mais moderno
- Fortalecimento da cultura: levar novas ideias para dentro de casa e transformar a mentalidade da equipe local
A diferença está em reunir pessoas que atuam no mesmo segmento para compartilhar não só o que sabem, mas o que viveram na prática — transformando um executor isolado em líder de uma transformação cultural necessária.
No universo da segurança do trabalho, o Abril Verde existe para lembrar que prevenir acidentes é uma responsabilidade coletiva — e que nenhum trabalhador deveria enfrentar riscos sem o equipamento e o suporte adequados. Na proteção de dados, a lógica é idêntica.
Eventos como o DPOday funcionam como um “EPI intelectual”: assim como reuniões de CIPA e simulações de resgate envolvem o ser humano no processo de segurança física, esses encontros oferecem reforço intelectual e emocional para quem cuida da segurança digital das organizações.
Quando as melhores práticas dos grandes centros chegam ao interior do país por meio desse tipo de conexão, toda a cadeia se beneficia:
- Gestores mais seguros: a tranquilidade de saber que os dados estão sob processos validados por uma comunidade de especialistas
- Equipes mais preparadas: profissionais que saem do isolamento e passam a atuar com mais confiança e embasamento
- Diferencial competitivo: instituições que investem na capacitação e conexão de seus profissionais transmitem muito mais confiança aos seus clientes e parceiros
A principal lição é simples e poderosa: a segurança só é completa quando é compartilhada. Proteger dados sensíveis é um ato de cuidado que exige suporte técnico, ferramentas adequadas e, acima de tudo, o apoio de uma rede de profissionais dedicados.
Nenhum DPO deveria enfrentar os desafios digitais sozinho. Construir uma cultura coletiva de privacidade passa por três movimentos essenciais:
- Buscar conexão com outros profissionais da área, seja por meio de eventos, comunidades online ou redes regionais de especialistas
- Investir em ambientes estruturados de aprendizado, que vão além do conteúdo técnico e promovam trocas genuínas entre quem vive os mesmos desafios
- Contar com plataformas que centralizam e automatizam a gestão, reduzindo a dependência de um único profissional e tornando a conformidade um processo contínuo e acessível
Se a sua operação ainda depende de um único profissional sem suporte externo, ou se você mesmo já sentiu o peso do isolamento na jornada com a LGPD, soluções como a DPOnet existem para transformar esse cenário — de forma contínua, acessível e conectada.